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terça-feira, 26 de abril de 2011

SÃO JORGE NO MUSEU DO FOLCLORE COM SAMBA


Prezados amigos:



Estarei participando da inauguração da exposição "As muitas faces de Jorge", no próximo dia 28, quinta-feira, às 18 horas, na Galeria Mestre Vitalino do Museu de Folclore Edison Carneiro na Rua do Catete, 179 ( Em frente ao metrõ Catete)

Estaremos realizando uma breve roda de samba até as 20 horas. A entrada é franca.



Apareçam! SALVE JORGE !

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Sentimento Cangaceiro"








SENTIMENTO CANGACEIRO

Autor: Victor “Lobisomem”

Corre em mim um sangue de CANGACEIRO
E carrego um brilho de LAMPIÃO
Que reflete no aço de um facão
Meu espírito forte e guerreiro
Tenho DEUS como sagrado coiteiro
Pra enfrentar as volantes da maldade
Mentira, traição e falsidade
Me trouxeram angústia e rebeldia
Quando vejo injustiça e covardia
Me desperta a impulsividade

Meu instinto animal se faz presente
Ferindo muito mais do que um punhal
Mas procuro guardar em meu bornal
Alegria e bondade simplesmente
Pontear a viola do repente
Com estrofes de amor e esperança
Pra cantar o xaxado da bonança
E encontrar minha Maria Bonita
Pois a estrada da vida é infinita
E nela cangaceiro não descansa

Trago no peito a minha cartucheira
De carinho e amor bem carregada
Para quando encontrar a minha amada
Minha Maria Bonita cangaceira
Vou fazer rainha a mulher rendeira
E viver nossa vida a namorar
Só a ela que eu vou desejar
De respeito entre nós seremos ricos
E perder a cabeça em nossa Angicos
Só se for de prazer ao te amar.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CANDEIA - LUZ QUE CLAREIA NO SAMBA



Amigos:

Na próxima quarta feira dia 13/04 (depois de amanhã) as 20 h no SESI DE Jacarépaguá, estarei participando do show em HOMENAGEM A CANDEIA com o músico e ator Alan Rocha que é cavaquinista, cantor e diretor musical da premiada Orquestra Popular Céu na Terra, Estaremos apresentando o show
LUZ QUE CLAREIA NO SAMBA em homenagem ao compositor portelense Candeia no Projeto Poesia no SESI. Alan Rocha cantará e recitará obras do mestre como O Mar Serenou, Preciso Me encontrar e PIntura sem arte.
ENTRADA FRANCA !
Levem os amigos e alunos.

Alan Rocha - cavaquinho e voz
Anderson Vilmar - percussão
Bianca Leão - voz
Diego Terra - sopros
Gabriela Buarque - voz
Julião Pinheiro - violão
Marcus Thadeu - percussão
Victor Lobisomem - percussão

segunda-feira, 28 de março de 2011

CORAÇÃO AGALOPADO


CORAÇÃO AGALOPADO

(Victor "Lobisomem")




Sinto dentro do peito uma paixão

que eu tento domar mas não consigo

ela faz o que bem quiser comigo

me botando a galope o coração

eu pareço montar um alazão

indomável, selvagem e bravio

disparado, sem rédeas, bem vadio

galopando por várias direções

eu procuro amansar as emoções

esse é o meu grande desafio



A paixão é um cavalo indomado

que até o cavaleiro experiente

cangaceiro ou vaqueiro mais valente

quando numa paixão está montado

sente o coração agalopado

parecendo até um iniciante

aboiando e tocando seu berrante

certas vezes caindo do cavalo

empolgado não consegue domá-lo

e na poeira tomba ofegante



Mas se o vaqueiro é bom ele levanta

ajeita o gibão e o chapéu

novamente ele monta em seu corcel

com firmeza e fé na Virgem Santa

um aboio bem bonito ele canta

pra curar as feridas e a dor

e o selvagem, chucro galopador

entra na rédea curta do vaqueiro

pois cavalo domado é companheiro

e paixão bem domada vira amor.

sexta-feira, 11 de março de 2011

ERA UMA VEZ UM PLANETA ...



Uma reflexão poética sobre os fenômenos da natureza que vem atingindo todo o planeta Terra. Qual a nossa responsabilidade sobre estes acontecimentos ?
ERA UMA VEZ UM PLANETA
Autor: Victor “Lobisomem”

Era uma vez um planeta
Que por Deus fora criado
Com carinho paciência
Amor, zelo e cuidado
Com muita dedicação
O planeta criação
De “Terra” foi batizado

Flutuando no espaço
E cercado por bilhões
De estrelas cintilantes
Juntas em constelações
E acompanhada da sua
Admiradora lua
Fonte de inspirações

Havia também um sol
O astro rei imponente
Acariciando a Terra
Com seu brilho forte e quente
Iluminando distante
Poderoso sol brilhante
E sua energia ardente

Em volta daquele sol
A Terra rodopiava
Num movimento constante
A lua lhe imitava
Num floreio bem bonito
Girando pelo infinito
Parecia que dançava

No planeta Terra as águas
Como um manto cobriam
Lá do alto das montanhas
Em cachoeiras desciam
Estavam em toda parte
Feito uma obra de arte
E pelos rios corriam

Águas doces percorriam
As florestas viajando
Em busca de encontrar
Quem estava lhes esperando
Os oceanos e mares
E os pássaros pelos ares
Iam lhes acompanhando

Pássaros voam cantando
Sobrevoando os rios
Os mares vão agitando
As águas em corrupios
Ondas beijando a areia
É manhã de maré cheia
Os ventos sopram vadios

O céu azul emoldura
Essa obra colossal
Feita pelas mãos divinas
Em um gesto paternal
Obra de rara beleza
Chamada de natureza
Fenômeno sem igual

Criação mais que perfeita
Majestosa harmonia
E o Grande Deus amoroso
Resolveu criar um dia
Encheu-se de esperança
E à sua semelhança
A raça humana nascia

O homem tinha na Terra
Tudo para viver bem
Água limpa, muitos frutos
E os animais também
A natureza vivia
Lhe servindo noite e dia
Sem cobrar nada a ninguém

Naquele lindo planeta
O tempo ia passando
A raça humana também
Ia se multiplicando
Mas sem a preocupação
Sem cuidado e gratidão
Tudo foi modificando

Nada foi acontecendo
Da noite para o dia
Foi tudo bem devagar
Pouca gente percebia
Mas o homem se esqueceu
De cuidar do que era seu
De preservar a harmonia

Deus bastante preocupado
Tudo fez pra ajudar
Mandava muitos sinais
Pro perigo alertar
Mas o homem nem ligava
Com nada se preocupava
Só fazia devastar

Muitos anos se passaram
Milhares, talvez milhões
E hoje aqui estamos
Cheios de preocupações
Em que mundo nós estamos?
Mas mesmo assim não paramos
Com tantas destruições

Devastamos as florestas
Poluímos nosso ar
O mesmo ar que nós mesmos
Estamos a respirar
Se de nós for depender
Nossa água de beber
Pode até se acabar

Dizem que o ser humano
É um ser racional
Fico eu me perguntando
Como é que um animal
Que se diz inteligente
Destrói o meio ambiente
Seu habitat natural?

Apontamos uns aos outros
Pra responsabilizar
O governo, as indústrias
Quem mais podemos culpar?
Mas nada posso dizer
Sem minha parte eu fazer
Para isso melhorar

Seca, enchente, tsunami
Impacto ambiental
Desequilíbrio ecológico
Aquecimento global
Cadê nossa inteligência
Educação, consciência
De um ser racional?

Nunca é tarde, ainda é tempo
De encontrar a solução
Devemos à natureza
Carinho e gratidão
Me desculpe se incomodo
Mas hoje foi deste modo
Que me veio a inspiração

Deus nos dê mais uma chance
Agora eu lhe dou certeza
Nós vamos cuidar direito
De toda essa beleza
Então pra lavar as almas
Peço uma salva de palmas
Pra nossa Mãe Natureza

FIM
Outubro/2007
Autor: Victor Alvim

* Este cordel foi escrito por sugestão e convite de Cláudio Baltar (Parafina) da Intrépida Trupe para ser apresentado com o espetáculo “ÁGUA DE BEBER” no evento ecológico NEUTRALIZO realizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro em outubro de 2007

quinta-feira, 3 de março de 2011

Exaltação à Nobre Porta Bandeira




Pequena homenagem à talentosa Lucinha Nobre, que honra na avenida o pavilhão da grande PORTELA:



Exaltação à Nobre Porta Bandeira
(Autor: Victor Alvim)

Em seu nome ela já traz a NOBREZA
Traz a LUZ e a imensidão do MAR
Pois nasceu destinada a brilhar
Com todo seu talento e beleza
Vem de berço a sua realeza
Desde que era bem pequenininha
Sob as bênçãos de uma grande rainha
A Sereia dos Rios e do Ouro
Abençoa e protege o seu tesouro
A preciosa menina LUCINHA

No destino traz a NOBRE missão
E a enorme responsabilidade
Que ela faz muito bem com majestade
Carregar o sagrado pavilhão
Com as mãos, corpo, alma e coração
Na bandeira da escola querida
Irradiando LUZ pela avenida
Seu desfile é uma obra de arte
É pintura que a porta estandarte
Eterniza no atelier da vida

Desenhando com os pés na passarela
Rodopios como um redemoinho
Deslizando no chão bem de levinho
E riscando no ar sua aquarela
Na Sapucaí ela pinta sua tela
A sua obra prima verdadeira
A moldura é a arquibancada inteira
Aplaudindo de pé a exaltá-la
E eu sonhando em ser o mestre sala
Da LUCINHA NOBRE PORTA BANDEIRA

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CACIQUE DE RAMOS em CORDEL





LITERATURA DE CORDEL

CONTA A TRAJETÓRIA DO BLOCO

CACIQUE DE RAMOS



Beth Carvalho escutando atenta

a leitura do cordel na quadra do Cacique

Rainha da bateria e diretoria reunida e atenta
Bira Presidente, Beth Carvalho e Victor Lobisomem



Renatinho Partideiro e Bira Presidente


relembrando toda a história do bloco


Bira Presidente sorri com os versos


e se emociona com as lembranças



LITERATURA DE CORDEL CONTA
A TRAJETÓRIA DO BLOCO CACIQUE DE RAMOS

Em 20 de janeiro de 1961 um grupo de jovens de Ramos, Olaria e Bonsucesso, fundava um pequeno bloco sem maiores pretensões. 50 anos depois, este bloco tornou-se um mito do carnaval brasileiro e sua quadra abriga um pagode onde passaram os maiores nomes do samba brasileiro e muitos ali foram revelados. É o Cacique de Ramos, patrimônio cultural do Rio de Janeiro. E pra contar a sua trajetória, o poeta popular Victor Alvim, conhecido também como “Lobisomem”, escreveu sua história no formato da tradicional LITERATURA DE CORDEL.
“Freqüentador da roda de samba do Cacique de Ramos, o autor tinha o rascunho deste cordel guardado há cerca de 5 anos e decidiu continuar a missão de terminar o texto para homenagear o bloco no seu cinqüentenário

“...O Brasil é terra rica
Na arte e na cultura
E tudo que vem do povo
Na sua expressão mais pura
É obra que emociona
Até a alma mais dura

E foi um dos grandes blocos
Que me chamou atenção
Despertou meu interesse
E tocou meu coração
Se tornando para mim
Fonte de inspiração

Um bloco muito animado
E também tradicional
Que arrasta multidões
Fenômeno sem igual
É o Cacique de Ramos
Um dos reis do carnaval...”


Pesquisando em livros, discos, jornais, vídeos e conversando com integrantes novos e antigos da agremiação, Victor reuniu as informações básicas que precisava para escrever. A origem das 3 famílias que fundaram o bloco; a rivalidade com o bloco “Bafo da Onça” do bairro do Catumbi; grandes nomes que passaram pela sua quadra e outros detalhes importantes.

“...E com essas três famílias
De Ramos e Olaria
Um capítulo importante
Do carnaval surgiria
Mas isso naquele tempo
Ninguém imaginaria

As mulheres já queriam
Dos grupos participar
As irmãs e namoradas
Foram reivindicar
Rapidamente atendidas Conquistaram seu lugar

E assim dessa maneira
Um novo bloco nasceu
O “Cacique Boa Boca”
De repente apareceu
Em homenagem aos índios
Esse nome se escolheu


Na década de 60
Começou a sua história
No ano 61
Registrado na memória
O Cacique começou
Sua carreira com glória...”


Conversas com Bira Presidente e Sereno, fundadores do bloco e integrantes do grupo Fundo de Quintal, foram primordiais para esclarecer dúvidas sobre nomes e fatos importantes.

“ ...Na fundação do Cacique
Também temos que lembrar
De Ênio, Mendes e Dida
Everaldo e Alomar
E outras tantas figuras
Que é difícil enumerar...”

Membros da diretoria do Cacique como Tuninho Cabral, Ronaldo Felipe e Renatinho Partideiro, membros da diretoria e apaixonados pelo Cacique foram grandes colaboradores e incentivadores para que o cordelista publicasse o livreto ainda em tempo para as comemorações dos 50 anos do Cacique de Ramos que começam na próxima quinta feira dia 20 de janeiro na sede da Rua Uranos, 1326.

“...O bloco que começou
Somente por diversão
De uma turma de jovens
Sem nenhuma pretensão
Que jamais imaginavam
Que cumpriam uma missão

Que começou no subúrbio
Do velho Rio de Janeiro
Cresceu, ficou conhecido
Por esse Brasil inteiro
Transformando-se num mito
Do carnaval brasileiro

O Cacique é referência
Na música brasileira
Vem gente do Brasil todo
E até de terra estrangeira
Pra conhecer o Cacique
E a sua tamarineira

Desejamos ao Cacique
Um feliz aniversário
Parabéns por sua história
E pelo cinquentário
Vida longa e muito samba
Aguardando o centenário! ...”

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

BESOURO em MADUREIRA







"Besouro Cordão de Ouro" em Madureira !

O bairro de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, é terra do Império Serrano, da Portela, do Jongo da Serrinha, do pagode da Tia Doca, do Mercadão, do viaduto Negrão de Lima, da capela de São José e muito mais.

Na próxima quinta e sexta feira, 25 e 26 de novembro as 20 horas, o SESC MADUREIRA será palco do espetáculo musical BESOURO CORDÃO DE OURO, de Paulo César Pinheiro.

O espetáculo musical Besouro Cordão-de-Ouro, faz homenagem a Manuel Henrique Pereira, o Besouro Cordão-de-Ouro ou Besouro-Mangangá, um dos maiores capoeiristas de todos os tempos da Bahia. O espetáculo mostra, de maneira lúdica, a trajetória, filosofia, prática e música do Besouro - um personagem brasileiro, tão rico e pouco explorado - e conta um pouco da história do Brasil, da nossa formação e legados culturais na música, na dança e no ritual. O musical marca a estreia de Paulo César Pinheiro como dramaturgo e recebeu, em 2008, o Prêmio Shell de Melhor Música.

Com Alan Rocha, Anna Paula Black, Cridemar Aquino, Letícia Soares, Valéria Mona, Iléa Ferraz, Raphael Sil, William de Paula, Wilson Rabelo, Marcelo Capobiango, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê , Rômulo "Gabu" e Victor "Lobisomem".

ENTRADA FRANCA - Cheguem cedo!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Maria Bethânia, "Capoeira de Besouro" e Paulo César Pinheiro

O CD "Capoeira de Besouro", com as canções que Paulo César Pinheiro fez para o musical "Besouro Cordão de Ouro", de 2006, chega agora às lojas pelo Quitanda, selo que Maria Bethânia tem na Biscoito Fino. Besouro, o mítico capoeirista em torno do qual giram os versos do compositor, é de Santo Amaro, Bahia, terra da cantora, que ouvia histórias sobre o personagem na infância. Bethânia está lançando "Amor, Festa e Devoção", registro em CD duplo e DVD de seu último show, que traz três músicas de Pinheiro.

Os dois trabalhos estão, portanto, entrelaçados. Mas Pinheiro, ao falar dos CDs, nos quais a religiosidade é latente, defende que não é só isso. "Dizem que coincidências não existem, que as coisas já estão postas e as tramas vão se formando para chegar a elas. Acredito nisso. Mestre Camisa toca berimbau no disco e escreve o texto do encarte sobre os diferentes toques da capoeira. Quando comecei a conversar com o Gringo Cardia sobre a capa, seguindo a ideia de Bethânia de trabalhar como se o CD fosse um cordel, ele me disse que foi capoeirista e que Camisa foi seu mestre".

"Capoeira de Besouro" dialoga com "Amor, Festa e Devoção" ao tratar de um Brasil que Bethânia define como "mais caboclo, mais quieto, mais pensativo".

No dia 5 de novembro, na sede da gravadora Biscoito Fino no Rio de Janeiro, aconteceu o lançamento dos cds "CAPOEIRA DE BESOURO" de Paulo Cesar Pinheiro e "AMOR, FESTA, DEVOÇÃO" de Maria Bethânia. A festa contou com a presença do elenco do espetáculo BESOURO CORDÃO DE OURO, que ao lado de Mestre Cobra da ABADÁ-CAPOEIRA cantaram e jogaram capoeira.

Gabriel Cavalcanti e a turma do Samba da Ouvidor fizeram uma bonita roda de samba com direito a canja de Glória Bomfim sob os olhares atentos dos anfitriões Bethânia e Paulo.

Matéria no jornal O GLOBO

Maria Bethânia, Paulo Cesar Pinheiro, Mestre Cobra e o elenco do espetáculo BESOURO CORDÃO DE OURO

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/

sábado, 6 de novembro de 2010

Mestre Camisa e Lobisomem gravam com Paulo César Pinheiro no cd "CAPOEIRA DE BESOURO"














Tive a honra, a satisfação e a responsabilidade de ser convidado, ao lado de Mestre Camisa, para participar das gravações do cd "CAPOEIRA DE BESOURO" de Paulo César Pinheiro.
O cd traz todas as músicas do espetáculo "BESOURO CORDÃO DE OURO" e mais algumas inéditas, todas de autoria de Paulo Cesar Pinheiro.

O time de primeira foi composto por:

PAULO CESAR PINHEIRO (voz)
MESTRE CAMISA(berimbau gunga)
VICTOR LOBISOMEM (berimbau viola)
MAURÍCIO CARRILHO (violão)
LUCIANA RABELLO (cavaquinho)
CELSINHO SILVA (pandeiro)
PAULINO DIAS (percussão)

Além do coro com Amélia Rabello, Alan Rocha, Ana Rabello e Leonardo Barbudinho.
Mais um presente de Deus na minha vida e na minha carreira.

Em breve mais informações sobre o cd "CAPOEIRA DE BESOURO"
Forte abraço a todos"

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Mestre Ananias e a festa de Cosme e Damião em SP






No domingo dia 26 de setembro, aproveitando minha passagem por Sâo Paulo com o espetáculo BESOURO CORDÃO DE OURO, tive a oportunidade de visitar a CASA MESTRE ANANIAS e participar da belíssimima festa das crianças em homenagem a SÃO COSME E SÃO DAMIÃO.


Além de desfrutar da presença agradável e bom papo do Mestre Ananias, saboreamos um delicioso CARURU, uma mesa de doces, teatro infantil, samba chula e muito mais.
Agradeço a todos que nos receberam com carinho e a companhia dos meus amigos Alan Rocha, Laboriô, Letícia Soares, Patrícia Faedo, Sérgio Pererê, William de Paula e Valéria Monã.